Cotidiano

‘Mais flexibilização só com contágio abaixo de 1%’, defende secretário de Saúde

Titular da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Geraldo Resende, opinou que mais flexibilização em Mato Grosso do Sul deve acontecer só quando a taxa de contágio estiver menor de 1%. Esta meta é considerada pela saúde porque indica controle da doença. Apesar de ainda não ter chegado ao ideal, Resende observa que a própria população […]

Fábio Oruê Publicado em 15/09/2020, às 07h44

Foto: SES | Reprodução
Foto: SES | Reprodução - Foto: SES | Reprodução

Titular da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Geraldo Resende, opinou que mais flexibilização em Mato Grosso do Sul deve acontecer só quando a taxa de contágio estiver menor de 1%.

Esta meta é considerada pela saúde porque indica controle da doença. Apesar de ainda não ter chegado ao ideal, Resende observa que a própria população “flexibilizou” duas ações.

“A gente está vendo que houve um afrouxamento completo pela população e alguns prefeitos”, disse ele ao Jornal Midiamax. “O que tem mais para flexibilizar se está tudo funcionando?”, indagou ele.

Segundo o titular da pasta da Saúde, um parcela mínima da população tem cumprido as recomendações dos órgãos de saúde.

“Nossa grande luta hoje é chegar na meta”, falou ele sobre o contágio em MS.

O mesmo pensa o prefeito Marcos Trad (PSD): “Temos que ter cautela”, disse ele ao Jornal Midiamax.

As cidades com mais casos em MS são: Campo Grande (26.277 casos, com 459 óbitos), Dourados (6.403 casos, com 90 óbitos), Corumbá (3.346 casos, 113 óbitos), Sidrolândia (1.919 casos, 23 óbitos) e Aquidauana (1.770 casos, 49 óbitos).

Jornal Midiamax