Cotidiano

‘Dona’ de Jupiá retira benfeitorias construídas por rancheiros às margens do lago de hidrelétrica

CTG Brasil afirma ser responsável pela segurança operacional e ambiental em região do Rio Sucuriú; estruturas não teriam licenças exigidas.

Humberto Marques Publicado em 29/08/2020, às 15h40

Estruturas em ranchos ao longo do Sucuriú estão sendo retiradas. (Foto: Divulgação)
Estruturas em ranchos ao longo do Sucuriú estão sendo retiradas. (Foto: Divulgação) - Estruturas em ranchos ao longo do Sucuriú estão sendo retiradas. (Foto: Divulgação)

A CTG Brasil, administradora das usinas hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira –entre Mato Grosso do Sul e São Paulo–, iniciou nesta semana a demolição de benfeitorias construídas em trechos das margens do Rio Sucuriú, em Três Lagoas –a 338 km de Campo Grande– por donos de ranchos às margens do lago de Jupiá.

A afirmação é de que as estruturas estão em APPs (áreas de preservação permanente) ou acima do leito do rio, havendo determinação judicial para sua retirada diante da falta de autorização ambiental ou da Marinha para as construções.

O contrato de concessão de Jupiá responsabiliza a CTG por proteger as áreas de reservatórios dos danos ambientais e garantir a segurança operacional da hidrelétrica.

Desde 2009, quando a Cesp administrava a usina, havia discussões judiciais sobre a autorização para que estruturas como decks, piers ou passarelas permanecessem no local. (Com agências)

Jornal Midiamax