Cotidiano

Com pandemia, barreiras sanitárias registram aumento de pessoas querendo voltar para MS

Tem aumentado o número de pessoas que trabalham em outros Estados, mas que têm parentes ou moram em Mato Grosso do Sul, que querem voltar para cá por conta da pandemia do coronavírus, informou o secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende nesta sexta-feira (15). “Muitas estão se dirigindo às barreiras sanitárias, que têm um […]

Evelin Cáceres Publicado em 15/05/2020, às 12h16

Barreira sanitária no Aeroporto Internacional de Campo Grande. (Foto: Divulgação)
Barreira sanitária no Aeroporto Internacional de Campo Grande. (Foto: Divulgação) - Barreira sanitária no Aeroporto Internacional de Campo Grande. (Foto: Divulgação)

Tem aumentado o número de pessoas que trabalham em outros Estados, mas que têm parentes ou moram em Mato Grosso do Sul, que querem voltar para cá por conta da pandemia do coronavírus, informou o secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende nesta sexta-feira (15).

“Muitas estão se dirigindo às barreiras sanitárias, que têm um papel fundamental para definir que se essas pessoas moram no Estado, serão todas atendidas”, destacou. Caso entrem com diagnóstico para a Covid-19, deve ser inserida no sistema de regulação e acompanhada pela Saúde.

“Temos que apoiar as regiões de Saúde, mas ninguém vai deixar de ser atendido caso tenha de fato os sintomas e queira ser atendido ou fazer testes em Mato Grosso do Sul”, explicou.

O Estado se mantém com o menor número de casos do novo coronavírus no Brasil e pode atrair os moradores para retornarem para casa por conta da estrutura pública de saúde, sem lotação nos leitos para atendimento durante a pandemia.

Mesmo que Mato Grosso do Sul seja o Estado brasileiro com menor incidência de casos, é preciso seguir atento, mantendo distância social, lavando as mãos constantemente e usando máscaras nas ruas. Sempre que possível, é preferível ficar em casa porque cerca de 60% dos portadores do Covid-19 não tem nenhum sintoma, mas podem contaminar outras pessoas, principalmente idosos, complicando a saúde dos mais vulneráveis, que podem chegar a óbito após serem contaminados, destacou o secretário.

Jornal Midiamax