Cotidiano

A exemplo de SP, lojistas pedem que comércio de Campo Grande funcione 12 horas por dia

O Governo de São Paulo autorizou, nesta sexta-feira (11), a ampliação de 10 para 12 horas diárias o funcionamento do comércio na cidade. De acordo com a CDL-CG (Câmera Dirigente dos Lojistas de Campo Grande), proposta semelhante já vem sendo discutida pelos comerciantes da Capital para evitar aglomeração durante as compras de fim de ano. […]

Karina Campos Publicado em 11/12/2020, às 14h39 - Atualizado em 12/12/2020, às 08h08

 Foto: Henrique Arakaki | Jornal Midiamax
Foto: Henrique Arakaki | Jornal Midiamax - Foto: Henrique Arakaki | Jornal Midiamax

O Governo de São Paulo autorizou, nesta sexta-feira (11), a ampliação de 10 para 12 horas diárias o funcionamento do comércio na cidade. De acordo com a CDL-CG (Câmera Dirigente dos Lojistas de Campo Grande), proposta semelhante já vem sendo discutida pelos comerciantes da Capital para evitar aglomeração durante as compras de fim de ano.

Conforme o presidente da entidade, Adelaido Vila, o projeto havia sido apresentado durante as reuniões com o município e o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), mas foi rejeitada inicialmente.

“Ressaltamos que esticar o horário de funcionamento do comércio aumenta o espaçamento dos locais. Hoje funcionamos com 40% de capacidade máxima e horário menor, logo, as pessoas ficam aglomeradas nos espaços públicos, como as ruas do Centro. Nós já havíamos falado, que em relação a isso, Campo Grande está indo na contramão de outras capitais”, disse.

Pela decisão do governo paulista, conforme o site UOL, os bares terão redução no toque de recolher e devem fechar às 20h. Na fase amarela, que seria a flexibilização ou etapa controlada dos casos de Covid-19 para a liberação de maiores atividades, o estado informou que a medida só foi possível com a manutenção e ampliação do número de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

“Os bares e restaurantes iriam sofrer com essa medida, pois observamos que o campo-grandense não costuma sair para almoçar e jantar cedo. Aqui, por exemplo, às 18h ainda estamos iniciando o pôr do sol”, explica.

A entidade deve se reunir com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), prefeitura e MPMS na próxima segunda-feira (14), data do fim do decreto municipal para o toque de recolher.

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