Cotidiano

Profissionais de enfermagem decidem no dia 7 de junho se param

A indefinição nos reajustes dos salários dos servidores de enfermagem municipais, que tem data base programado para o mês de maio, podem fazer com que a categoria pare os serviços no dia 7 de junho, após a realização de uma assembleia geral. Nenhuma reunião aconteceu ainda com o secretário de finanças, Pedro Pedrossian Neto. Inicialmente, […]

Vinícius Costa Publicado em 30/05/2019, às 11h07 - Atualizado às 17h57

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A indefinição nos reajustes dos salários dos servidores de enfermagem municipais, que tem data base programado para o mês de maio, podem fazer com que a categoria pare os serviços no dia 7 de junho, após a realização de uma assembleia geral. Nenhuma reunião aconteceu ainda com o secretário de finanças, Pedro Pedrossian Neto.

Inicialmente, boatos estavam circulando pelas mídias sociais e a reportagem do Jornal Midiamax apurou diretamente com o Sinte-PMCG (Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Enfermagem de Campo Grande) que confirmou a possível paralisação e que a convocação da categoria depende apenas de um local para a realização da assembleia.

“Estamos pleiteando junto a gestão, um agendamento buscando uma primeira reunião para darmos inícios a essas tratativas e infelizmente, por conta de agenda não obtivemos êxitos e estamos trabalhando com a ideia de chamar a categoria para uma assembleia”, disse o presidente do sindicato, Angelo Evaldo Macedo.

Ainda sem qualquer proposta para levar a categoria, o presidente afirma que essa assembleia pode ser o estopim para a paralisação. “Eu levando a categoria para uma assembleia sem uma proposta da gestão, ela por si só já vai se caracterizar uma assembleia que vai votar o indicativo de greve e uma possível paralisação”, explicou Angelo.

A categoria ainda não definiu o que pleiteia para a negociação com a atual gestão e isto é em decorrência da falta de reuniões que deveria acontecer neste mês de maio. A princípio, a categoria deve pedir a reposição do índice da inflação, já que este seria o mínimo buscado pelos profissionais.

“Estamos nessa angustia, porque nós não temos um valor de referência e a gente se vê numa situação em que os meses vão passando e as coisas vão ficando para trás. Temos essa angustia para definir”, lamentou o presidente.

Uma reunião estaria marcada para o início do mês, mas foi cancelada e potencialmente estaria marcada também para o dia 7, mas foi realocada para o dia 10 de junho. A assembleia pode não acontecer, caso a gestão convocar uma reunião antes da data protelada.

Jornal Midiamax