Cotidiano

Em cima da hora, peixaria tem movimento intenso e maior procura é por pacu e pintado

A Sexta-Feira (19) Santa começou com movimento intenso na peixaria do Mercado Municipal, com clientes que deixaram para a última hora e tiveram que acordar cedo para garantir a refeição tradicional da data. Mas, ao invés do bacalhau os campo-grandenses têm optado por peixes de água doce do Estado. Proprietário da Peixaria do Mercado, Cleuber […]

Danúbia Burema Publicado em 19/04/2019, às 09h02 - Atualizado às 18h44

Clientes foram cedo à Peixaria do Mercadão garantir almoço da Sexta-Feira Santa. Fotos. Marcos Ermínio
Clientes foram cedo à Peixaria do Mercadão garantir almoço da Sexta-Feira Santa. Fotos. Marcos Ermínio - Clientes foram cedo à Peixaria do Mercadão garantir almoço da Sexta-Feira Santa. Fotos. Marcos Ermínio

A Sexta-Feira (19) Santa começou com movimento intenso na peixaria do Mercado Municipal, com clientes que deixaram para a última hora e tiveram que acordar cedo para garantir a refeição tradicional da data. Mas, ao invés do bacalhau os campo-grandenses têm optado por peixes de água doce do Estado.

Em cima da hora, peixaria tem movimento intenso e maior procura é por pacu e pintado
Proprietário da peixaria comemorou aumento nas vendas deste ano.

Proprietário da Peixaria do Mercado, Cleuber Linari, de 47 anos, conta que pacu e pintado têm liderado as vendas. E são boas opções para quem deixou a refeição para a última hora, pois quem insistir no bacalhau pode não ter tempo de deixar de molho tempo suficiente para tirar o sal. “A orientação para quem quer fazer bacalhau no último dia é comprar in natura que aí pode temperar como preferir”, explicou.

A dona de casa Catia Escobar, de 24 anos, foi à peixaria nesta manhã para manter a tradição da família de comer peixe nesta data e garantiu que daria tempo de preparar a refeição mesmo não tendo comprado com antecedência. A dúvida da dona de casa ficou justamente entre os peixes mais procurados, pacu e pintado.

Já o gesseiro Alexandre Nicoletti, de 24 anos, foi ao local em busca de um pacu para fazer recheado no almoço. Ao contrário da maioria dos clientes que estavam lá pela tradição, ele contou que a ida foi “por pura vontade de comer peixe”.

Correria
A doméstica Valdelice de Barros, de 53 anos, foi com o irmão fazer as compras para o almoço e contou que apesar da tradição da família comer peixe na Sexta Feira Santa, não teve tempo de iniciar os preparativos durante a semana. “Não sabíamos se ficaria aberto, mas quisemos arriscar e deu certo”, comemorou.

Cleuber Linari, dono da peixaria, contou que a véspera e o feriado que antecede a Páscoa são os dias de movimento mais intensos de venda do ano. Segundo ele, mesmo com o peixe sendo para o almoço de hoje, como a peixaria fecha ao meio-dia dez minutos antes desse horário ainda tem clientes comprando.
“O brasileiro sempre deixa tudo pra ultima hora”, brincou. O empresário também comemorou ter tido leve crescimento nas vendas em relação ao ano passado.

Em cima da hora, peixaria tem movimento intenso e maior procura é por pacu e pintado
Com Mercadão fechado, comerciantes improvisaram no estacionamento.

Feirinha

Com o Mercado Municipal fechado, seis comerciantes decidiram montar barraquinhas no estacionamento para aproveirar o movimento da peixaria.

Funcionária no local, Gisele Ximenes, de 32 anos, contou que o movimento deve ser mais intenso entre 9h e 10h. O atendimento no local será até as 11h.

Jornal Midiamax