Cotidiano

Menos de 6 meses após reparos, erosão reaparece em trecho da Lúdio Coelho

Um aterro localizado às margens da Avenida Lúdio Martins Coelho, nas proximidades do Conjunto Residencial União, voltou a apresentar problemas após as chuvas ocorridas na tarde do domingo (13), em Campo Grande. De acordo com moradores da região, há temor que os problemas que ocorreram no início do ano voltem a ameaçar a estrutura do […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 14/10/2019, às 10h54 - Atualizado às 11h40

Deslizamento voltou a ocorrer após chuva da tarde do domingo (13) | Foto: Do Leitor | WhatsApp
Deslizamento voltou a ocorrer após chuva da tarde do domingo (13) | Foto: Do Leitor | WhatsApp - Deslizamento voltou a ocorrer após chuva da tarde do domingo (13) | Foto: Do Leitor | WhatsApp

Um aterro localizado às margens da Avenida Lúdio Martins Coelho, nas proximidades do Conjunto Residencial União, voltou a apresentar problemas após as chuvas ocorridas na tarde do domingo (13), em Campo Grande. De acordo com moradores da região, há temor que os problemas que ocorreram no início do ano voltem a ameaçar a estrutura do trecho.

Em março, o Jornal Midiamax já havia relatado a situação e a Prefeitura posicionou que tratava-se de um poço aberto, com 6 metros de profundidade, ocasionado pela força da correnteza. Com isso um dos pilares de sustentação da ponte sobre o Córrego Lagoa ficou exposto.

Na época, a Prefeitura havia informado no trecho não há erosão, mas confirmou que as chuvas de verão afetaram o aterro e derrubaram quatro galerias celulares. “As galerias foram repostas e calçadas por pedra, estabilizando as margens do córrego. Falta apenas recompor a calçada, o que já está na programação de serviços”, trouxe nota.

Apesar do problema ter sido reparado, moradores seguem descrentes que a solução seja definitiva. “Bastou aquela chuva para o trecho ficar novamente desse jeito. O serviço foi mal feito, não fizeram uma contenção de barreiras para impedir o desmatamento. Se chover de novo a situação vai se agravar”, pontuou um leitor.

A reportagem acionou a assessoria da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) nesta manhã e questionou por que a obra realizada em março não suportou a chuva do domingo. Em nota, a Sisep posicionou apenas que “o reparo no local danificado pela chuva será feito de imediato”.

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