Cotidiano

Em dois meses, Corpo de Bombeiros ajudou no transporte de 20 órgãos para transplante

Ao levantar voo as aeronaves da área de segurança pública cumprem missões que vão além do combate à criminalidade e salvam vidas. A equipe do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul que integra o GOA (Grupamento de Operações Aéreas) e Casa Militar auxiliou nos últimos dois meses o transporte de cerca de 20 […]

Mylena Rocha Publicado em 02/02/2019, às 17h01

Foto: Divulgação/Governo de MS
Foto: Divulgação/Governo de MS - Foto: Divulgação/Governo de MS

Ao levantar voo as aeronaves da área de segurança pública cumprem missões que vão além do combate à criminalidade e salvam vidas. A equipe do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul que integra o GOA (Grupamento de Operações Aéreas) e Casa Militar auxiliou nos últimos dois meses o transporte de cerca de 20 órgãos para transplantes.

De acordo com informações da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), a última ação foi na quinta-feira (31), com a captação de fígado, rins e córneas de um homem de 37 anos. Os órgãos foram transportados de Dourados, a 225 km de Campo Grande, pela CNV (Central Nacional de Transplantes) para São Paulo e Brasília. Um dos rins foi transplantado em Campo Grande, e as córneas em pacientes inscritos na central estadual de transplantes de Mato Grosso do Sul.

Segundo o comandante do GOA, tenente-coronel Luidson Borges Tenório Noleto, a infraestrutura de voos para atender às demandas da CET (Central Estadual de Transplantes) está baseada em um termo de cooperação estabelecido entre o Corpo de Bombeiros com a SES (Secretaria de Estado de Saúde). “A nossa expectativa é que até o mês abril o grupamento esteja efetivamente executando essas missões com aeronave própria e caracterizada, o que deve proporcionar mais agilidade no transporte de órgãos, bem como a disponibilização do serviço de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) aérea à população sul-mato-grossense”, disse o comandante.

Segundo informações repassadas pela coordenadora da CET, Claire Miozzo, os órgãos que não são transplantados em MS, são ofertados para a CNV, e as equipes que aceitam vem fazer a retirada.

(com informações da Sejusp)

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