Cotidiano

Com 428 notificações, MS tem 38 casos confirmados de chikungunya

Até o dia 31 de julho, Mato Grosso do Sul teve 428 notificações de possíveis casos de febre Chikungunya, desses 38 foram confirmados. Campo Grande lidera o ranking com 12 casos, conforme mostra o boletim epidemiológico da SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), divulgado nesta quarta-feira (30). Na sequência, vem […]

Ana Paula Chuva Publicado em 01/08/2019, às 14h38 - Atualizado em 02/08/2019, às 11h36

Aedes egypti. (Foto: Ministério da Saúde | Divulgação)
Aedes egypti. (Foto: Ministério da Saúde | Divulgação) - Aedes egypti. (Foto: Ministério da Saúde | Divulgação)

Até o dia 31 de julho, Mato Grosso do Sul teve 428 notificações de possíveis casos de febre Chikungunya, desses 38 foram confirmados. Campo Grande lidera o ranking com 12 casos, conforme mostra o boletim epidemiológico da SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), divulgado nesta quarta-feira (30).

Na sequência, vem o município de Dourados com nove confirmações, e Corumbá com quatro casos.

Em Eldorado, Amambaí, Jardim e Rio Verde de Mato Grosso foram confirmados dois casos em cada município. E Bela Vista, Coxim, Nova Andradina, Terenos e Três Lagoas confirmaram um caso cada.

Até o momento não foi registrada nenhuma morte pela doença, mas em abril o Ministério da Saúde colocou a Capital entre as cidades com risco de surto para a doença.

Vale lembrar que, a chikungunya também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. e os sintomas são febre de início súbito maior que 38,5°C e dor intensa nas articulações de início agudo, acompanhada ou não de inchaço, não explicado por outras condições.

Como prevenir

– Descartar todos os objetos não utilizados que estiverem expostos às chuvas e podem acumular água: pneus, latas, garrafas, baldes, etc.

–  Tampar tonéis e depósitos de água e trocar diariamente a água dos bebedouros dos animais.

– Colocar terra ou areia nos vasinhos de plantas, ou lugares que acumulem água.

– Colocar o lixo em sacos plásticos, e manter a lixeira completamente tampada.

– Tampar bem os recipientes usados para acondicionar água: garrafões, jarras, taques, etc.

– Trocar a água das plantas a cada três dias.

– Evitar deslocamento para áreas onde há transmissão instalada do vírus.

Jornal Midiamax