Cotidiano

Após mais um atropelamento, moradores querem semáforo em cruzamento perigoso

Palco de vários acidentes graves, o cruzamento das ruas Quintino Bocaiúva com Planalto, no bairo Jardim TV Morena, é ponto de preocupação para moradores da região. De acordo com os relatos, acidentes no cruzamento são frequentes e somente um semáforo poderia evitar mais desastres. O local foi palco de acidente que levou à morte a […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 09/04/2019, às 13h10 - Atualizado às 18h29

Moradores afirmam que acidentes como o que matou Mariolina Pereira Mendes em novembro de 2018 são comuns no cruzamento (Foto: Arquivo Midiamax)
Moradores afirmam que acidentes como o que matou Mariolina Pereira Mendes em novembro de 2018 são comuns no cruzamento (Foto: Arquivo Midiamax) - Moradores afirmam que acidentes como o que matou Mariolina Pereira Mendes em novembro de 2018 são comuns no cruzamento (Foto: Arquivo Midiamax)

Palco de vários acidentes graves, o cruzamento das ruas Quintino Bocaiúva com Planalto, no bairo Jardim TV Morena, é ponto de preocupação para moradores da região. De acordo com os relatos, acidentes no cruzamento são frequentes e somente um semáforo poderia evitar mais desastres.

O local foi palco de acidente que levou à morte a diretora pedagógica Mariolina Pereira Mendes, de 58 anos, em novembro de 2018. De acordo com a ocorrência, a mulher caminhava pela calçada quando teve o corpo imprensado por uma condutora que invadiu a preferencial.

Na manhã da última segunda-feira (8), um jovem de 16 anos sofreu traumatismo craniano leve e segue em observação na ala vermelha do pronto-socorro da Santa Casa de Campo Grande após ser colhido por um veículo enquanto trafegava de bicicleta na Rua Quintino Bocaiúva.

Moradora do bairro há 20 anos, a recepcionista Gisele Patrícia Guevara da Silva, de 40 anos, considera a instalação de um semáforo fundamental para evitar novos acidentes.

“Essa rua é muito movimentada, porque os motoristas preferem acessar os bairros TV Morena e Vila Carlota por ela, já que há muitos semáforos na Avenida Eduardo Elias Zahran e o trânsito lá é mais lento. Já colocaram um [semáforo] no cruzamento com a Rua Spipe Calarge, mas aqui também precisa, pois todo mês tem ao menos um acidente”, revela.

Outro morador da região, o e gerente comercial Luis Carlos Feitosa, de 51 anos, afirma que cruzar a via em horários de pico causa lentidão e fila de carros na via. “O desenho desse bairo é estranho, tem ruas que são sem saída, então a primeira sua que dá acesso à Spipe Calarge é a Quintino Bocaiúva. Tem hora que fica impossível atravassar, e um semáforo ia deixar o fluxo correr melhor”, conta.

A reportagem questionou a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), que informou que fará um estudo de viabilidade técnica para instalar o semáforo no local, que também terá sinalização horizontal reforçada. A Agetran lembrou, ainda, que reclamações e sugestões podem ser feitas pelo telefone 118 (ligação gratuita).

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