Sesau faz plano para conter possível epidemia de doenças transmitidas pelo Aedes em Campo Grande

Coordenadores, superintendentes e técnicos da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) se reuniram na tarde desta sexta-feira (28) para discutir estratégias para conter uma possível epidemia de dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, além de estabelecer diretrizes quanto a assistência e organização de fluxo. Os profissionais da Saúde receberão ...
| 28/09/2018
- 20:36
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Coordenadores, superintendentes e técnicos da (Secretaria Municipal de Saúde) se reuniram na tarde desta sexta-feira (28) para discutir estratégias para conter uma possível epidemia de dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito , além de estabelecer diretrizes quanto a assistência e organização de fluxo.

Os profissionais da Saúde receberão capacitação quanto ao diagnóstico clínico das doenças, aumentando a eficácia de uma eventual notificação, potencializando o tratamento.

“Esta é uma das formas da gente ter um controle melhor destas doenças e agir de maneira mais correta. Por outro lado, nós precisamos intensificar as ações de prevenção e agir de forma imediata para evitar as epidemias”, disse a superintendente de Vigilância Epidemiológica da Sesau.

Conforme a superintendente, entre as ações efetivas previstas ainda para este ano está a terceira edição da ação Cidade Limpa que será realizada entre os dias 1 e 5 de outubro na região do Jardim Morenão.

A exemplo das edições realizadas em 2017 no Jardim Noroeste e na Cidade Morena, o objetivo é recolher materiais inservíveis de grande volume, como geladeiras, fogões, camas, sofás, entre outros materiais que quando descartados de maneira incorreta se tornam potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Nos últimos dois anos, Campo Grande tem registrado uma redução significativa dos casos das doenças causadas pelo Aedes. No entanto, apesar disso existe a preocupação muito grande por conta do ciclo epidemiológico das doenças.

“Esse é o momento em que é necessário a contribuição e o entendimento de todos nós para que a gente não sofra novas epidemias como aconteceu no passado. É preciso que cada um faça a sua parte”, reforça o coordenador da Coordenadoria de Endemias Vetoriais, Eliasze Luizo Guimarães.

 

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