Com pedido de associação, caminhoneiros dizem que continuam parados

  Nas redes sociais, grupos de caminhoneiros de Mato Grosso do Sul e outros estados dizem que vão seguir recomendação da Abcam (Associação Brasileira de Caminhoneiros) e vão continuar com a paralisação. A Abcam, que reúne cerca de 700 mil caminhoneiros, não concordou com a proposta e se retirou da negociação nesta quinta-feira (25) em […]
| 25/05/2018
- 04:17
Com pedido de associação, caminhoneiros dizem que continuam parados

 

Nas redes sociais, grupos de caminhoneiros de Mato Grosso do Sul e outros estados dizem que vão seguir recomendação da Abcam (Associação Brasileira de Caminhoneiros) e vão continuar com a paralisação.

A Abcam, que reúne cerca de 700 mil caminhoneiros, não concordou com a proposta e se retirou da negociação nesta quinta-feira (25) em Brasília (DF). Em Campo Grande, aproximadamente 300 caminhoneiros continuam no anel viário da BR-163 em Campo Grande.

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) chegou a informar na noite desta quinta que iniciou o monitoramento de desmobilização da greve dos caminhoneiros nas rodovias federais.

Leia nota da Abcam:

O presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, publicou nesta terça-feira (22) novo vídeo pedindo aos caminhoneiros a continuidade das manifestações.

Apesar do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ter manifestado interesse em reduzir a alíquota da Cide, a categoria manterá a agenda de protestos pelo país. É imprescindível uma política de isenção dos impostos incidentes no oléo diesel e o controle dos aumentos do combustível.

Vale lembrar que a a incidência tributária é responsável por 27% do preço final do produto, sendo 1% Cide, 12% Pis/Cofins e 14% ICMS.  A cobrança da Cide é de R$ 0,10 por litro de gasolina e de R$ 0,05 por litro de diesel. Até um posicionamento efetivo do Governo, a entidade pede firmeza nos protestos de todas as regiões do país.

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