Com início das chuvas, ação alerta para riscos do mosquito da Dengue

Com a chegada das chuvas, o Dia D de Mobilização e Combate à Dengue foi realizado nesta segunda-feira (6) e contou com diversas ações para reforçar a importância do combate ao mosquito. Além da Dengue, o Aedes Aegypti é transmissor da Zika e Chikungunya.
| 06/08/2018
- 15:44
Com início das chuvas, ação alerta para riscos do mosquito da Dengue

Com a chegada das chuvas, o Dia D de Mobilização e Combate à foi realizado nesta segunda-feira (6) e contou com diversas ações para reforçar a importância do combate ao mosquito. Além da Dengue, o Aedes Aegypti é transmissor da e Chikungunya.

Servidores municipais fizeram blitze nas ruas que cercam a praça Ary Coelho, no Centro da Capital, para chamar a atenção de pedestres e motoristas. Apesar de a Capital ter registrado uma redução de mais de 90% nos casos de doenças causadas pelo mosquito em dois anos, o período de chuvas traz a preocupação, já que o inseto se reproduz na água.

O secretário da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública), Marcelo Vilela, afirma que a união de esforços e a vigilância constante são importantes para evitar novas epidemias. “Felizmente hoje vivemos um momento muito positivo em relação às doenças ocasionadas pelo mosquito, mas isso só aumenta a nossa responsabilidade. Nós enquanto poder público estamos buscando fazer a nossa parte, com apoio principalmente dos servidores, que são os verdadeiros responsáveis para que pudéssemos ter uma redução tão significativa quanto aos casos de Dengue, Zika e Chikungunya em nosso município”, disse.

O coordenador da CCEV (Coordenadoria de Endemias Vetoriais), Eliasze Guimarães, informa que mais de 75% dos focos do mosquito são encontrados dentro de casas e que é por isso que cada morador deve fazer sua parte.

Conforme o último LIRAa (Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti), de maio deste ano, cinco bairros apresentaram níveis de alerta: Amambaí (5,1%), Pioneiros (3,9%), Carlota (3,4%), Estrela Dalva (2,9%) e Albino Coimbra (2,9%).

Nos demais bairros e regiões de Campo Grande, o LiRra revelou situação menos preocupante, já que o índice geral registrado é de 1%, o que está dentro da margem de segurança.

(Com informações da PMCG)

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