Depois do ‘Deus proverá’, prefeitura de MS diz ter providenciado merenda para alunos

Nutricionista fez apelo divino após acrianças ficarem sem merenda  
| 13/04/2017
- 18:22
Depois do ‘Deus proverá’, prefeitura de MS diz ter providenciado merenda para alunos

Nutricionista fez apelo divino após acrianças ficarem sem merenda

 

A , a 60 quilômetros de Campo Grande, informou que a situação da merenda no município já foi normalizada. A falta de alimentos levou uma nutricionista da Secretaria Municipal de Educação a fazer um apelo divino: "Deus proverá", escreveu a profissional nos espaços reservados para opções de ingredientes do cardápio dos alunos para esta semana. Os alimentos teriam começado a faltar na última sexta-feira (7).

Após a publicação da reportagem, a prefeitura de Sidrolândia informou que o processo de licitação para compra da merenda foi finalizado e publicado no dia 12 de abril. A licitação com previsão de consumo para 12 meses, é de R$ 4.488.301,10. Com 88 itens de produtos, entre eles, carne, frutas, verduras, legumes e cereais. 

"Deus Proverá"

Diante da falta de alimentos, as marcações do cardápio eram para a última segunda-feira (10), tanto para as escolas municipais quanto para os CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil). Na segunda, a nutricionista recomendou que fossem servidos arroz carreteiro e cheiro-verde para as crianças da educação infantil, e arroz com carne moída refogada com cebola, milho e ervilha.

Auditoria do TCE

Além da imagem que mostra o cardápio com apelo divino, auditoria do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado) apontou irregularidades na merenda. De acordo com equipe de auditores que foram a algumas unidades escolares na última quarta-feira (12), o prato feito era um engrossado de fubá que, devido ao transporte, chegava já endurecido às escolas e, por isso, era usado leite ou água para volta-lo ao estado líquido.

A prefeitura foi alertada da situação que atinge tanto nas unidades da área urbana quanto rural. Na Municipal Ariano Suassuna a merenda servida tinha apenas macarrão com salsicha. Na Escola Municipal Indígena Cacique Armando Gabriel o cardápio também estava fora das recomendações do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar).

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