Cotidiano

Deficiente segue o piso tátil e ‘dá de cara’ com estoque de loja na Zahran

Pedestres e pessoas com mobilidade reduzida também sofrem

Wendy Tonhati Publicado em 04/08/2016, às 12h53

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Pedestres e pessoas com mobilidade reduzida também sofrem

Se os pedestres com visão total já sofrem e relatam diariamente o festival de desrespeito nas calçadas de Campo Grande, imagine para quem é cego ou possui mobilidade reduzida. São calçadas com carros estacionados e com empresas que ocupam o local onde as pessoas deveriam passar. 

Na noite da quarta-feira (3), dois deficientes visuais da ONG (Organização Não Governamental) FIB (Federação Inclui Brasil), sendo um cego total e outro com baixa visão, desceram do ônibus 070 e seguiam pela Avenida Eduardo Elias Zahran para uma reunião na região, quando se depararam com a pilha de materiais de construção de uma loja, no cruzamento com a Rua Professor Xandinho. 

“Descemos do 070 e prosseguimos pela Zahran até nos encontrarmos no passeio público com esses obstáculos. Tijolos e semáforos em precariedade de conservação. Infelizmente, a pessoa desse comércio deixou esse materiais e ficou inacessível tanto para pessoas com mobilidade reduzida como para deficientes visuais”, diz Peterson dos Santos Garcia, que tem baixa visão. Nas fotos, aparece João Marcos Tavares Ferreira, o presidente da FIB. 

Pelas imagens do Google Maps, de outubro de 2015, é possível ver que  problema é antigo. 

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