Cotidiano

Cliente reclama de ‘constrangimento’ em loja no Centro

Mochila de R$ 20 teria causado alvoroço 

Clayton Neves Publicado em 31/03/2016, às 18h11

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Mochila de R$ 20 teria causado alvoroço 

O estudante Jeferson Costa de 27 anos, acusa uma loja de utilidades, localizada no Centro de Campo Grande, de constrangê-lo publicamente e acusá-lo injustamente de roubar uma mochila na tarde desta quinta-feira (31).

O jovem conta que por volta das 10 horas foi até a loja que fica na Avenida Afonso Pena para comprar material escolar para o sobrinho, de 14 anos. Junto com os dois, havia uma mochila escolar, adquirida por R$20 em outro comércio da região.

No momento em que saia do estabelecimento, Jeferson afirma que foi abordado por um dos seguranças que exigiu a nota fiscal dos produtos. De acordo com ele, ao perceber que a mochila não estava listada no documento e diante da explicação de que o produto era de outra lugar, o funcionário teria feito o estudante aguardar no local enquanto imagens da câmera de segurança eram verificadas para constatar o possível furto.

Passados alguns minutos o homem afirma que um segundo funcionário apareceu se desculpando pelo fato e classificando o caso como “um mal entendido”. “O cara insinuou que eu estava roubando e nem ao menos foi me pedir desculpa, mandaram outro. E o constrangimento que eu passei na frente de todo mundo, não conta?”, indaga.

O gerente do estabelecimento afirmou que em nenhum momento os seguranças verificaram as imagens do circuito de segurança e que os funcionários apenas perguntaram sobre a mochila, que de acordo com ele, é da mesma marca e modelo das que são vendidas na loja. “Ele poderia ter avisado alguém no momento em que entrou. E o segurança apenas perguntou sobre a mochila e ele ficou bravo, dizendo que estávamos acusando ele de roubo”, declara.

O responsável disse que esta é a primeira vez que um caso como este acontece no local e que é comum que clientes que entram na loja com produtos comprados em outros locais, avisem na recepção.

Jefferson disse que vai registrar o caso na Depac (Delegacia de Pronto atendimento Comunitário) do Centro da cidade.  

Jornal Midiamax