Cotidiano

Bandeira amarela passa a valer e energia elétrica deve ficar mais em conta

Tarifa em vigor custa R$ 1,50 a cada 100 kWh 

Midiamax Publicado em 01/03/2016, às 13h05

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Tarifa em vigor custa R$ 1,50 a cada 100 kWh 

A bandeira amarela, usada quando o custo de produção de energia elétrica está entre R$ 211,28/MWh (reais por megawatt-hora) e R$ 422,56/MWh, entra em vigor nesta terça-feira (1º). Com a nova tarifa, que custa R$ 1,50 cada 100 kwh (quilowatt-hora) a conta do consumidor deve ficar mais barata. 

Em fevereiro estava em vigor a bandeira vermelha que tem dois patamares, R$ 3,00 e R$ 4,50, ambos cobrados a cada 100 kwh. Os patamares diferem conforme o custo de produção.

Apesar da redução, que acontece quando as condições de produção de energia estão mais favoráveis, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) destaca que o sinal para o consumo é de alerta.

"Mesmo com a melhoria nas condições de geração, o sinal para o consumo ainda é de alerta e os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios. Para abril, a bandeira passará de amarela para verde – sem custo aos consumidores", afirma nota publicada pela reguladora.

A Aneel defende que a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz. "é uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido", justifica.Bandeira amarela passa a valer e energia elétrica deve ficar mais em conta

"Antes das bandeiras, as variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados em até doze meses, no reajuste tarifário anual da distribuidora – o que aumentava os índices de reajuste. Com o sistema, as bandeiras não interferem nos itens passíveis de repasse tarifário", completa a Aneel.

Bandeiras tarifárias –

As bandeiras tarifárias estão em vigor deste janeiro de 2015. As cores indicam se a energia custará mais ou menos. Na bandeira verde as condições de geração de energia estão favoráveis e, por isso, a tarifa não apresenta nenhum acréscimo.

Jornal Midiamax