Cotidiano

Sem resposta do TJ, Sindijus volta a considerar paralisação no Estado

Negociações tiveram início em fevereiro e ainda não houve definição

Midiamax Publicado em 17/04/2015, às 11h06

Sindicato pede percentual de 5,5%. Foto. Arquivo.
Sindicato pede percentual de 5,5%. Foto. Arquivo. - Sindicato pede percentual de 5,5%. Foto. Arquivo.

Negociações tiveram início em fevereiro e ainda não houve definição

Com o impasse das negociações que tiveram início em fevereiro deste ano, o Sindijus-MS (Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul) volta a considerar a paralisação no Estado. Até o momento, o TJ/MS (Tribunal de Justiça do Estado), não respondeu às reivindicações dos servidores do poder judiciário.

Até o momento não houve acordo entre as partes. O TJ ofereceu 7% de reajuste linear no vencimento dos servidores efetivos; 16,66% de reajuste no auxílio alimentação (100 reais de acréscimo); Abono de R$ 200 a todos os servidores incidindo no vencimento, a ser incorporado definitivamente a remuneração no exercício seguinte.

Em contraproposta, o Sindijus solicita aumento no auxílio alimentação de R$ 600 para R$ 700 a partir de abril. Com um segundo reajuste, de R$ 700 para R$ 800 em julho; Criação de Abono Salarial no valor de R$ 300, a partir de 1º de março, com incorporação em janeiro de 2016; Plano de Recuperação Salarial, que consiste na aplicação de 8% de aumento linear a todos os cargos efetivos em agosto de 2015, entre outras reivindicações.

Sem avanço nas negociações, trabalhadores do poder judiciário de todo o Estado chegaram a realizar algumas manifestações. Durante três semanas consecutivas, os servidores paralisaram o serviço por 15 minutos. O ato foi realizado em dias específicos. Desta vez, o movimento deve ser maior, podendo durar um dia inteiro ou mais.  

A assessoria de comunicação do Sindijus anuncia que neste sábado (18), às 9 horas, haverá uma reunião para que os servidores possam decidir as próximas manifestações. As negociações representam 4.200 trabalhadores, entre ativos e aposentados, em todo o Estado.

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