Cotidiano

Em 21 anos, UEMS amplia número de alunos em 8 vezes, chegando a 10 mil

O número de cursos aumentou quase 4 vezes

Midiamax Publicado em 10/10/2015, às 17h45

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O número de cursos aumentou quase 4 vezes

Em 21 anos de existência, a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) ampliou em quase quatro vezes o número de cursos e em mais de 8 vezes o número de alunos. Quando foi criada, a instituição tinha com 18 cursos de graduação e um total de 834s estudante distribuídos em 15 unidades universitárias. Em 2015, a UEMS tem 66 cursos de graduação com cerca de oito mil alunos matriculados. Esse número, se somados alunos de pós-graduações, EAD (Ensino à Distância) e segundas licenciaturas, chega perto de 10 mil.

Para o reitor da UEMS, Fabio Edir dos Santos Costa, “esse aumento expressivo revela um investimento significativo que o Estado fez ao longo desses 21 anos na qualificação da população sul-mato-grossense a partir da educação superior”.

A instituição foi criada na gestão do ex-governador Pedro Pedrossian e à época o objetivo principal anunciado foi de reduzir as diferenças na oferta do ensino superior entre a Capital, e algumas cidades maiores, e outros municípios do interior. “Nós procuramos os alunos onde eles estão, onde eles são necessários, onde o bom senso se determina como agir, mas também nos submetendo a pressão da própria sociedade, porque a própria sociedade também sabe o que quer”, definiu o ex-governador, em entrevista realizada para as comemorações dos 20 anos da UEMS, no ano passado.

Quando começou, a UEMS tinha, essencialmente, cursos de licenciatura. Atualmente, a Universidade tem 29 bacharelados, 33 licenciaturas e quatro cursos tecnológicos.

Segundo o dado divulgado pela instituição, são mais de 11 mil profissionais formados na UEMS. “O Ideb (Índice da Educação Básica) aumentou significativamente em todos os municípios do Estado onde temos profissionais formados pela UEMS. Ou seja, houve uma influência direta na melhoria da qualidade da educação proporcionada pelos nossos profissionais”, avalia o reitor.

Este ano, o Governo do Estado entregou a sede da UEMS em Campo Grande, que era reivindicada há anos, pois os cursos na Capital antes funcionavam em estrutura improvisada, inclusive o de Medicina, recém instalado.

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