Cotidiano

Pintura horizontal é refeita em bairro, menos no cruzamento onde duas pessoas morreram

Vários cruzamentos do bairro Santa Carmélia em Campo Grande, tiveram a sinalização refeita, porém local onde duas pessoas morreram, vítimas de acidentes, continua com sinalização precária

Arquivo Publicado em 20/09/2012, às 11h04

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Vários cruzamentos do bairro Santa Carmélia em Campo Grande, tiveram a sinalização refeita, porém local onde duas pessoas morreram, vítimas de acidentes, continua com sinalização precária

Vários cruzamentos do bairro Santa Carmélia em Campo Grande, tiveram a sinalização horizontal (pinturas no asfalto), refeitas, menos o do cruzamento das ruas Jasmelide F. de Carvalho com a Terlice Maria, no mesmo bairro, onde Lucia Larrea Robertti, 84, morreu após ser atropelada no último dia 28 de agosto.

Lucia estava na calçada quando um Fiorino  (HRH- 3099) e o Gol (NRQ-8580), colidiram e ela foi atropelada pelo Fiorino, ficando presa as ferragens com o impacto da batida. A placa de Pare, que foi atingida no acidente, ainda continua quebrada e caída ao solo.

A idosa não é a única vítima fatal em acidente nesse cruzamento. Vicente Coelho Cabral de Almeida, de 52 anos, era passageiro de um Fiat Uno (HRH-4042), que colidiu com uma Ranger (HRI-3335) no dia 28 de dezembro de 2009.

O Uno atingiu o muro de uma casa e ficou completamente destruído. Vicente morreu no local e Sebastião Vieira da Silva, 57, motorista do Uno foi levado em estado grave para a Santa Casa.

“Duas pessoas já morreram aqui, é perigoso, tem que ter sinalização”, diz Jorge Silva. 51, que viu essas duas pessoas morrerem em frente de sua casa.

“Tem de fazer uma reciclagem na sinalização dos bairros”, argumenta a telefonista aposentada Leda Oliveira de 64 anos.

“Depois que aconteceu o acidente, a gente senta aqui na frente e percebe que ninguém respeita a sinalização. A placa está lá derrubada e nem levantaram, e não é foi a primeira vez que aconteceu acidente com vítima fatal. Vai precisar de outro acidente? Poderia ter acontecido com qualquer pessoa que estivesse andando na calçada”, diz a enfermeira Dayane Molina, 22, neta de Lucia Larrea, que mora a alguns metros do cruzamento.

A prefeitura de Campo Grande informou que entrará em contato com a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito).

A administração da Capital também informa que o cidadão pode entrar em contato com o número 118 (Agetran), para informar sobre situações parecidas de problemas de sinalização.

Jornal Midiamax