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Crivella alega que sua prisão se trata de “perseguição política” e espera “justiça”

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), declarou que sua prisão é uma “perseguição política” e espera que “justiça” seja feita. A ação que prendeu Crivella foi deflagrada na manhã desta terça-feira (22), pela Polícia Civil e o Ministério Público do Rio. “Lutei contra o pedágio ilegal, tirei recursos do carnaval, negociei o […]

Gabriel Neves Publicado em 22/12/2020, às 09h20

A prisão é um desdobramento da Operação Hades, que investiga o suposto 'QG da Propina' na Prefeitura do Rio - (Foto: Reprodução/CNN Brasil)
A prisão é um desdobramento da Operação Hades, que investiga o suposto 'QG da Propina' na Prefeitura do Rio - (Foto: Reprodução/CNN Brasil) - A prisão é um desdobramento da Operação Hades, que investiga o suposto 'QG da Propina' na Prefeitura do Rio - (Foto: Reprodução/CNN Brasil)

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), declarou que sua prisão é uma “perseguição política” e espera que “justiça” seja feita. A ação que prendeu Crivella foi deflagrada na manhã desta terça-feira (22), pela Polícia Civil e o Ministério Público do Rio.

“Lutei contra o pedágio ilegal, tirei recursos do carnaval, negociei o VLT, fui o governo que mais atuou contra a corrupção no Rio de Janeiro”, disse Crivella. Questionado sobre sua expectativa agora, o prefeito se restringiu a responder: “justiça”.

Conforme publicado no portal G1, Crivella foi preso em casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. De lá, ele foi levado pela Delegacia Fazendária, na Cidade da Polícia, por volta das 6h30.

A ação é um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio.

Crivella foi preso a 9 dias de encerrar o mandato, agora o presidente da Câmara de Vereadores do Rio, Jorge Felippe (DEM), assumirá a prefeitura. O vice-prefeito Fernando Mac Dowell morreu em 2018.

Jornal Midiamax