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BTG Pactual: fundo citado em operação tinha único cotista, não funcionário

O BTG Pactual afirmou que o fundo alvo da operação denominada “Estrela Cadente”, o Fundo Bintang FIM, possuía um único cotista, pessoa física e profissional do mercado financeiro que também era o gestor credenciado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Esclareceu, ainda que tal cotista “nunca foi funcionário do BTG Pactual ou teve qualquer vínculo profissional com o […]

Agência Estado Publicado em 03/10/2019, às 18h33

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BTG Pactual afirmou que o fundo alvo da operação denominada “Estrela Cadente”, o Fundo Bintang FIM, possuía um único cotista, pessoa física e profissional do mercado financeiro que também era o gestor credenciado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Esclareceu, ainda que tal cotista “nunca foi funcionário do BTG Pactual ou teve qualquer vínculo profissional com o Banco ou qualquer de seus sócios”.

“O Banco BTG Pactual exerceu apenas o papel de administrador do referido fundo, não tendo qualquer poder de gestão ou participação no mesmo”, informou a instituição financeira, nesta quinta-feira, 3.

Nesta quinta, uma operação conjunta do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) e Polícia Federal foi deflagrada para investigar supostos vazamentos de resultados de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) ocorridos nos anos de 2010, 2011 e 2012.

Essa operação ocorreu na esteira da delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. Ela investiga se houve fornecimento de informações sigilosas sobre alteração na taxa Selic em favor de um fundo que teria obtido “lucros extraordinários”.

BTG afirmou que nesta quinta-feira recebeu “pedidos de informação do MPF referentes à operações realizadas pelo Fundo Bintang FIM”.

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