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Filha é suspeita de torturar e depois matar a própria mãe asfixiada

A comerciante Dircelene Botelho, de 51 anos, foi assassinada na última semana em Petrópolis, região serrada do Rio de Janeiro. A filha da empresária é a principal suspeita do crime, a jovem está presa assim como seu namorado, apontado como cúmplice do assassinato. O crime foi descoberto por conta de uma câmera de segurança instalada […]

Tábata Rauschkolb Publicado em 12/10/2018, às 16h09

Dircilene Botelho, de 51 anos Foto: Reprodução/Facebook
Dircilene Botelho, de 51 anos Foto: Reprodução/Facebook - Dircilene Botelho, de 51 anos Foto: Reprodução/Facebook

A comerciante Dircelene Botelho, de 51 anos, foi assassinada na última semana em Petrópolis, região serrada do Rio de Janeiro. A filha da empresária é a principal suspeita do crime, a jovem está presa assim como seu namorado, apontado como cúmplice do assassinato.

O crime foi descoberto por conta de uma câmera de segurança instalada dentro do armário da vítima. Segundo informações do portal G1, o padrasto desconfiou da enteada depois de ver o vídeo.

Na gravação ela aparece com uma sacola no quarto junto com o namorado, o vídeo não mostra o assassinato, mas a movimentação do casal no cômodo.

De acordo com o delegado Claudio Batista, a vítima foi torturada pelo casal por cerca de 40 minutos antes de ser assassinada. O laudo do corpo aponta que Dircelene morreu por asfixia mecânica.

O delegado relata que a filha distraiu a mãe para que o namorado entrasse na casa.

“Ela esperou a mãe acabar de tomar banho e pediu para que ela se deitasse na cama para espremer um cravo em suas costas. O namorado teria entrado nesta hora e tentado asfixiar Dircelene”, afirma o delegado. O suspeito teria usado luvas e um pano com formol durante a ação.

Segundo a polícia, mãe e filha tinham um relacionamento conturbado, em depoimento, o namorado da jovem deu detalhes sobre o crime à polícia.

“Ele diz que o assassinato foi planejado e que a filha já tinha pesquisado na internet maneiras para matar a mãe sem deixar rastros. Ele contou que o casal primeiro tentou sedar a mulher com formol, depois tentaram asfixiá-la com um saco plástico e, em seguida, a filha aplicou uma injeção de ar no pulso da vítima, que em pouco minutos parou de respirar “, disse o delegado.

Jornal Midiamax