Brasil

PF deflagra 9ª fase da Operação Acrônimo e mira secretário da Casa Civil de Minas

Investigação apura fraudes em licitações e campanhas

Norberto Liberator Publicado em 23/09/2016, às 10h50

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Investigação apura fraudes em licitações e campanhas

A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta sexta-feira (23) a nova fase da Operação Acrônimo, que investiga lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais e contratos simulados entre empresas de consultoria e a construtora OAS. Um dos alvos é o secretário de Estado de Casa Civil e Relações Institucionais de Minas Gerais, Marco Antônio de Rezende.

Os agentes cumprem mandado de condução coercitiva contra Marco Rezende e cumpre busca e apreensão em seu apartamento, em Belo Horizonte.

Outro mandado é contra o sócio do secretário e atual presidente da Prodemge (Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais), Paulo Moura Ramos.

Dos 20 mandados, 11 são de condução coercitiva e nove de busca e apreensão. Além de Minas, a operação atua também em São Paulo, Rio e Distrito Federal.

Nesta fase, a investigação apura a suposta atuação de uma organização que trabalharia na obtenção de benefícios do Governo Federal, com pagamentos de vantagens a agentes públicos.

A Acrônimo trabalha com dois inquéritos que apuram cooptação e pagamento de propina para fraudes em licitações no Ministério da Saúde, além de atuação de empresas nos financiamentos de projetos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) na República Dominicana, Angola, Cuba, Panamá, Gana e México.

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