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AO VIVO: acompanhe a sessão de votação sobre impeachment de Dilma Rousseff

Se aprovado por maioria simples, Dilma será afastada por até 180 dias

Midiamax Publicado em 11/05/2016, às 12h24

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Se aprovado por maioria simples, Dilma será afastada por até 180 dias

Começou há pouco, com cerca de uma hora de atraso a votação da admissibilidade do processo de impeachment contra Dilma Roussef, no Senado. A previsão é de mais de 15 horas de sessão e se os senadores entenderem que o processo é admissível, a presidente é afastada do comando do país e assume o vice-presidente Michel Temer (PMDB). Abre-se então, prazo de dez dias para que, ao final, a presidente apresente sua defesa.

Até as 8h30 da manhã, 68 dos 81 senadores já estavam inscritos para falar no plenário. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), definiu que os oradores inscritos, contra e a favor do parecer da Comissão Especial do Impeachment, falarão alternadamente por até 15 minutos cada um e apenas uma vez. Não será permitida orientação da bancada pelos líderes e também não haverá apartes.

A expectativa é de que sejam mais de 15 horas de sessão, dividida em três blocos: de 9 horas às 12 horas; das 13 horas às 18 horas; e das 19 horas até o termino da votação (horário de Brasília), que pode resultar no afastamento da presidenta por 180 dias, caso o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) seja referendado por metade mais um dos senadores presentes a sessão de hoje. Se o relatório for rejeitado, o processo será arquivado.

Renan informou aos senadores sobre a impossibilidade de eles falarem mais do que o tempo determinado, pois os microfones das duas tribunas desligarão automaticamente ao final dos 15 minutos previstos para cada parlamentar.

Com dimensões bem menores do que a Câmara, no plenário Senado, além de parlamentares, só está autorizada a entrada de pessoas com credenciamento especial para hoje. Os senadores e cada um dos seis blocos parlamentares poderão levar apenas um assessor cada. Esses profissionais ocuparão a chamada tribuna de honra. Parentes de senadores terão de ficar nos gabinetes dos parlamentares.

A decisão se dá por maioria simples. O Supremo chegou a discutir se essa decisão seria por maioria simples ou absoluta, mas optou pela simples. A lógica é que uma minoria de um terço de senadores não poderia cassar o que dois terços da Câmara, representante do povo no Legislativo, aprovou. Confira abaixo a transmissão ou clique AQUI

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