Brasil

Humorista desmente susto em voo de Galvão: ‘marketing’

Alfinete diz que “não sentiu cheiro nenhum"

Diego Alves Publicado em 15/06/2015, às 21h25

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Alfinete diz que “não sentiu cheiro nenhum”

Todo mundo que está acompanhando o que acontece na Copa América 2015, no Chile, sabe que o narrador Galvão Bueno não teve o melhor dos voos quando se encaminhava para Temuco, direto de Santiago, para acompanhar a estreia do Brasil diante do Peru . O tal susto, no entanto, não passou de uma “valorizada básica”, de acordo com o humorista Daniel Peixoto, o Alfinete, do programa Pânico na TV.

Presente no mesmo voo e também na cobertura da competição continental, Alfinete contou que “não teve uma turbulência, nada. Se o comandante não fala que a gente ia descer em Santiago, a gente ia descer achando que tinha chegado em Temuco, para você ter uma ideia. Foi super tranquilo, não aconteceu nada”.

Galvão Bueno postou nas redes sociais uma foto em que aparecia com cara de descontente, ao lado dos comentaristas Ronaldo e Arnaldo César Coelho, em que dizia que a aernova, da companhia Sky Airlines, havia sofrido uma pane.

Alfinete diz que “não sentiu cheiro nenhum de queimado”, e que o narrador fez uso do ocorrido – o voo teve que retornar para a capital Santiago, e a aeronave foi trocada – para agitar suas contas nas redes sociais. “É marketing. Sempre é bom. O Galvão deu uma valorizada básica. Eu deveria ter feito isso, não tive essa ideia. Pobre da companhia aérea. O certo seria não ter acontecido, mas não teve pânico nenhum dentro do avião, muita gente nem percebeu”, contou ao Terra .

Quem também estava no suposto problemático voo é o agente de turismo Rodrigo Lima. Vindo de São Paulo para acompanhar in loco a Copa América, ele explicou ao Terra que “o piloto depois de vinte minutos disse que o voo estava desbalanceado, e quando ele falou isso já inclinou o avião para voltar. Mas a gente não sentiu nada de diferente, não sentimos cheiro de queimado, não teve turbulência, absolutamente nada. Simplesmente voltou para o aeroporto de Santiago. Nada de excepcional”.

“Quando voltamos a Santiago, ele (comandante) disse para a gente que a pior coisa que teria acontecido seria ele ter que desligar o ar condicionado, já que uma ventoinha do sistema elétrico parou de funcionar. Nada além disso. A gente teria chegado em Temuco de boa. Ele até disse que o pior que teria acontecido é que a gente sentiria um calor um pouco maior”, completou.

Na semana passada, numa entrada ao vivo no Jornal da Globo, o apresentador Willian Wack questionou Galvão sobre o  “sustão” que ele teria passado. O narrador disse que não chegou a ser “sustão, não”, mas que foi um inconveniente, terminando a explicação sobre ocorrido dizendo que tudo não passou de um “sustinho”.

Jornal Midiamax