Pai é apontado como suspeito de estuprar menina de 7 anos que morreu após o crime

O pai da menina de 7 anos, que foi estuprada e acabou morrendo após uma hemorragia em um hospital de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã a 3346 quilômetros de Campo Grande é apontado como suspeito pelo crime, segundo o promotor, Álvaro Rojas. Em uma entrevista nesta terça-feira (25), o promotor relatou ao […]

Thatiana Melo Publicado em 25/08/2020, às 12h30 - Atualizado às 15h51

Caso é investigado pela polícia paraguaia. (Foto: Marciano Cândia) - Caso é investigado pela polícia paraguaia. (Foto: Marciano Cândia)

O pai da menina de 7 anos, que foi estuprada e acabou morrendo após uma hemorragia em um hospital de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã a 3346 quilômetros de Campo Grande é apontado como suspeito pelo crime, segundo o promotor, Álvaro Rojas.

Em uma entrevista nesta terça-feira (25), o promotor relatou ao site ABC Color que as investigações localizaram onde o pai da menina trabalha, que seria em um povoado em uma plantação de maconha, e que o suspeito não teria ido no velório de sua filha. “Tudo aponta para o ambiente familiar, já temos os dados reais dom pai e estamos tentando encontrar esse homem”, disse o promotor.

O promotor ainda explicou que a mãe da menina entrou várias vezes em contradição defendendo o pai da menina afirmando que ele não a visitava faz tempo, mas o que foi rebatido por testemunhas que afirmaram terem visto o homem na casa da mulher na semana anterior ao crime.

As outras três irmãs da vítima, de 8, 12 e 17 anos foram retiradas do convívio familiar e a Justiça determinou a prisão da mãe da menina. A prisão da mãe foi por violação do dever de assistência.

Além disso, quando a criança foi levada para atendimento médico, a mãe havia relatado à policia que a menina havia caído da cama e que teria sofrido um espancamento após ter participado de uma festa.

Após a realização da autópsia, foi encontrada uma laceração antiga, cuja causa da morte foi choque hipovolêmico devido a sangramento digestivo baixo agudo devido a laceração anal. O médico legista César González Haiter havia afirmado horas antes que a menina apresentava indícios de ter sido abusada sexualmente, por isso o corpo foi submetido a uma autópsia para comprovar a causa da morte.

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